| 01/09/2008 |
Inovação e interatividade lado a lado

Inovar é questão chave para as empresas sobreviverem num cenário tão competitivo como o atual. A interatividade é outro tema importante, porque ouvir o que os consumidores têm a dizer pode ajudar muito na hora de tomar decisões na sua empresa, seja para lançar um novo produto ou serviço ou para mudar algum que já existe. Pois um grande festival de música eletrônica fez uso dessas duas máximas para elaborar a edição deste ano do evento. O nono Skol Beats, que acontece no dia 27 de setembro em São Paulo, será o primeiro festival de música co-criado pelo público. A formatação do festival foi realizada em etapas, com total interatividade daqueles que gostam de música eletrônica. De abril a agosto, estavam disponíveis na internet e por celular fóruns de discussão e votações para escolher a data do evento, o local onde ele aconteceria e os artistas que se apresentariam. Nos fóruns, os organizadores levantaram questões sobre a cena atual da música eletrônica e, com o resultado dessas conversas, conseguiram saber o que o público queria ver no festival. Foram cerca de 300.000 votos no total! O objetivo da empresa organizadora, a Skol, era levar a busca constante por inovação, perseguida pela companhia, para o evento musical. A empresa levou a interatividade tão a sério que os resultados das votações foram auditados pela PCI Contabilidade e Auditoria, segundo a Skol. Falamos aqui de uma grande empresa, mas empreendimentos de todos os portes podem promover interação com seus clientes. Você já fez ações inovadoras e interativas na sua empresa? Se sim, conte-nos a sua experiência.
Adriana Fonseca
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| 29/08/2008 |
O consumidor 2.0

Você já ouviu falar em efeito Britney Spears? É o que acontece com uma empresa que leva vinte anos para construir uma imagem e um minuto para cair em desgraça. Pois saiba que esse efeito tende a crescer na medida em que se multiplicam os consumidores 2.0, aqueles que gostam de opinar sobre os produtos e serviços que consomem e de influenciar o maior número de pessoas possível. Como já foi falado aqui em um post anterior da Viviane Maia, os blogs são ferramentas de relacionamento com o consumidor cada vez mais importantes para a sobrevivência dos negócios. E o empresário não tem como ignorar isso. Se o cliente não encontrar o blog da empresa no qual deixará a sua opinião, poderá criar um blog paralelo para botar a boca no trombone. Para se ter idéia do perigo que isso representa, estima-se que existam 80 milhões de blogs no mundo. Mesmo considerando-se que somente 10% deles tenham vida inteligente, 90% (mais de 7 milhões) não são corporativos; são feitos por pessoas físicas. Ou seja, consumidores que não só falam como têm exércitos de seguidores. Acha que dá para encarar? Wagner Roque |
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| 29/08/2008 |
O consumidor 2.0

Você já ouviu falar em efeito Britney Spears? É o que acontece com uma empresa que leva vinte anos para construir uma imagem e um minuto para cair em desgraça. Pois saiba que esse efeito tende a crescer na medida em que se multiplicam os consumidores 2.0, aqueles que gostam de opinar sobre os produtos e serviços que consomem e de influenciar o maior número de pessoas possíveis. Como já foi falado aqui em um post anterior da Viviane Maia, os blogs são ferramentas de relacionamento com o consumidor cada vez mais importantes para a sobrevivência das empresas. E o empresário não tem como ignorar isso. Se o cliente não encontrar o blog da empresa no qual pode deixar a sua opinião, poderá criar um blog paralelo para botar a boca no trombone. Para se ter idéia do perigo que isso representa, estima-se que existam 80 milhões de blogs no mundo. Mesmo considerando-se que somente 10% deles tenham vida inteligente, 90% (mais de 7 milhões) não são feitos por empresas e sim por pessoas físicas. Ou seja, consumidores 2.0, que não só falam como têm exércitos de seguidores. Acha que dá para encarar?
Wagner Roque |
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| 28/08/2008 |
Wi-fi subiu no telhado

Que as redes wi-fi oferecem diversas vantagens sobre as convencionais, ninguém duvida. São fáceis de instalar, não são muito caras e proporcionam maior liberdade aos usuários. E, você fica livre dos cabos. Porém, as ameaças de segurança associadas a redes wireless não são poucas. Uma empresa da área de rede sem fio, chamada Fiberlink, fez um estudo que mostra que as pessoas podem fazer de tudo para conseguir usar a conexão de empresas totalmente de graça. Para entrar em uma rede wi-fi, é necessário apenas estar nas proximidades, a alguns metros do ponto de acesso. Ou seja, é possível invadir uma rede sem fio do estacionamento do prédio da empresa ou sentado comodamente em um banco de rua ou comércio vizinho. Por isso, vale a pena reforçar na segurança. Especialistas de tecnologia afirmam que o primeiro passo é colocar senhas para acessar à internet sem fio. Muitos equipamentos vêm pré-configurados de fábrica com uma conta e uma determinada chave de acesso ou senha.O importante é trocar as senhas predeterminadas dos pontos de acesso à rede. Com esse trabalho simples, evita que qualquer atacante alcance o controle do ponto de acesso e o configure ao seu gosto. Outro passo importante é utilizar algum sistema de criptografia para proteger o conteúdo de suas comunicações. Outro fator é importante é limitar o número de equipamentos que possam se conectar com ele simultaneamente. Assim, se o número de conexões permitidas está no máximo, dificilmente um atacante poderá se conectar a esse ponto.Agora que sua rede está protegida, confira as respostas clássicas e engraçadas das pessoas que adoram se aventurar em busca do wi-fi alheio:
“Roubei o Wi-fi de uma empresa vizinha”
“Precisei subir no telhado da casa da minha mãe. Foi tão divertido! Até vi uma vizinha nua”
“Dirigi 24 quilômetros, para conseguir uma conexão completa”
“Dirigi até o café mais próximo e comprei um bolinho só para poder usar o wireless do local”
“Fui a um café, usei a conexão e não comprei sequer um café”
“Pesquisei pontos de acesso em hotéis que não oferecem internet mas têm hotspots pelos quais consegui me conectar de graça”
Viviane Maia |
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Adriana Fonseca, 28 anos, está na Pequenas Empresas desde 2002. Escreve de tudo um pouco - gestão, macroeconomia, oportunidades de negócios, exportação e legislação. Quando não está na redação, gosta de viajar para a praia, ir ao cinema, ouvir música, ler e assistir Lost. Não dispensa uma mesa de bar com os amigos nem brigadeiro.
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Bruna Borges, 22 anos, trabalha com o mundo dos pequenos negócios desde agosto de 2007, quando começou a estagiar na revista. De Presidente Prudente, no interior de São Paulo, ela se mudou para a capital paulista há três anos, para cursar jornalismo na USP. Divide seu tempo entre a faculdade, o trabalho e as baladas com os amigos para curtir a vida agitada de São Paulo.
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Carin Homonnay Petti é editora-assistente da revista desde 2005. Cobre principalmente finanças e gestão. Para variar um pouco, às vezes também escreve reportagens na área de comportamento. Nos fins de semana, faz de tudo para escapar de São Paulo, de preferência rumo a alguma praia com pouca gente e muito mato.
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Cristiane Monteiro, 40 anos, é editora de arte da revista desde o final dos anos 90. Iniciou sua carreira ainda adolescente, influenciada pelo pai, também editor de arte, seu melhor amigo e sua grande inspiração. Trabalha há mais de 20 anos na Editora Globo, onde já atuou em diversas publicações. Não por obrigação profissional, mas por prazer, gosta de vasculhar novidades do mundo gráfico e da fotografia. Adora música (ama os Beatles), cinema, teatro e artes em geral.
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Fernanda Tambelini, 27 anos, é repórter da Pequenas Empresas & Grandes Negócios desde 2006. Escreve sobre assuntos relacionados à gestão de pequenos negócios de forma geral, mas tem uma queda especial pelas pautas sobre sustentabilidade e inovações para a preservação do meio ambiente. Fora da redação, tenta colocar a teoria em prática na cafeteria da família, em São Paulo.
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A editora Katia Simões chegou à revista em dezembro de 1997. Desde então escreve sobre empresas, negócios, varejo, marketing e empreendedorismo, mas também já foi editora de moda, de beleza e de comportamento. Adora ler, bater papo com os amigos e dançar, além de curtir a filha adolescente, a Marina. Paulistana e urbanóide, é tricolor de coração.
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Marcello Berriel, polivalente como todo empreendedor, está envolvido com artes (gráficas) desde pequeno - quando criança adorava desenhar e na adolescência pintava telas a óleo. Antes de entrar para o mercado editorial, trabalhou por 10 anos com criação publicitária. Desde 2006 busca atrair os olhares dos leitores para as páginas da PEGN. Nas horas vagas curte a esposa, Denise, a filhota Luana e os seus dois bulldogues, Napoleon e Dartagnan.
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Marcia Krisman Bertazi trabalha com arte gráfica desde 1979, quando a cola e o estilete - e não o computador, como hoje - eram suas principais ferramentas de trabalho. Desde então, vivenciou inúmeras adaptações não só na forma, mas também na linguagem da profissão. Na PEGN 2002, colabora na paginação e finalização da revista. Gosta de viajar, curtir boa música e tem interesse especial por terapias naturais.
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Roberta Rossetto é editora-chefe da revista. Filha de empreendedor, trabalhou como executiva de comunicações, marketing e recursos humanos. Acumula mais de dez anos de atuação nas áreas de jornalismo de negócios, franquias e empreendedorismo. Nas horas vagas, gosta de cozinhar comidinhas simples, ler e curtir o filhão Ivo.
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Silvana Mautone decidiu que seria jornalista quando mal tinha entrado na adolescência - apesar de o pai, um comerciante italiano, ter tentado convencê-la a fazer direito. Editora da revista, já cobriu as áreas de negócios, finanças, gestão, governança corporativa e responsabilidade social. Uma das suas maiores paixões é viajar, de preferência com mochila nas costas, mundão afora.
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Viviane Maia é repórter da Pequenas Empresas e Grandes Negócios desde 2000, escreve sobre tecnologia e adora desvendar os bits e bytes para os empreendedores. Gosta de sair para bater papo com amigos, curte música e não dispensa uma boa balada de samba e de rock.
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Wagner Roque, jundiaiense por natureza e paulistano por adoção, é editor-assistente da revista, onde trabalha desde 1996. Especializou-se em matérias sobre oportunidades de negócios, mas gosta de escrever sobre qualquer assunto. Nas horas de folga curte ler, ver filmes, beber com os amigos e dançar - encara qualquer ritmo.
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