Estamos inaugurando o nosso blog, um espaço para notícias, dicas e coisas bacanas que acontecem no mundo das pequenas empresas e que nem sempre encontram espaço nas páginas da nossa revista ou do nosso site. O melhor do blog é que ele é seu também, já que essa ferramenta permite que você opine sobre o que lê. Melhor ainda: os demais internautas também podem ver suas opiniões e comentar o comentário! Convenhamos, em matéria de interatividade, um blog dá de dez a zero numa revista, site ou email. Aproveite, então, e faça uso do espaço, dando voz ao que você pensa. Você é nosso convidado mais que especial e esperamos vê-lo com freqüência por aqui!
Você assistiu "Sangue Negro" (There Will Be Blood), filme que valeu ao ator Daniel Day-Lewis o Oscar de melhor ator de 2008? Trata-se da história do empreendedor de petróleo Daniel Plainview que ergue um império explorando ouro (primeiro) e depois petróleo, na Califórnia do fim do século IXX e começo do XX. São duas horas e meia de desmandos, falta de ética e tudo o que você não deve fazer em termos de empreendedorismo. Uma verdadeira aula às avessas. Plainview pisa em quem está à volta, não confia nem na própria sombra, explora a ignorância dos camponeses e não tem o menor escrúpulo nem em relação a Deus, de quem faz pouco caso e troça. Lá pelas tantas, Plainview entra para a igreja local apenas para fechar negócio com um seguidor fervoroso. Nem precisa dizer que termina seus dias rico, sozinho e louco. Ok, há que se tirar o chapéu para a enorme força de trabalho e a persistência do moço. E é só. Em matéria de ganância sem medidas, Plainview superou todos os mafiosos do cinema. E em matéria de "tem tudo e não tem nada ao mesmo tempo", disputa de igual para igual com um milionário clássico, Charles Foster Kane, do filme Cidadão Kane, de Orson Welles. Concorda?
A Associação Brasileira de Franchising (ABF) em parceria com o Sebrae, serviço de apoio às micro e pequenas empresas, realizará a partir de junho um trabalho bem diferente. Escolherá entre as integrantes de incubadoras dirigidas pelo Sebrae duas empresas com perfil para expandir seus negócios sob o sistema de franchising. A ABF fará não só a formatação da nova franquia, como a lançará no mercado. A iniciativa segue na contramão do mercado, já que a maioria das empresas pensa não uma, mas dezenas de vezes, quais as chances que teria se enveredasse pelo universo da franquia. Os escolhidos têm mais é que comemorar, pois já dão o primeiro passo com muito mais segurança.
Os participantes do Extreme 2007 comemoram ao lado dos patrocinadores do projeto. A partir da esquerda: Felipe Belinki (A3 laboratório fotográfico), Cleber Voelzke (Microsoft), Ricardo Mervinskas e Celso Cardoso (Easy Going agência de turismo), Nicia Martinelli (A3), Sandra Botequin (Itaú), Jorge Almeida (Itautec), Alan Toshio e Priscila Takaguishi (Colégio Atual).
As três empresas escolhidas para a transformação do Extreme Makeover Tecnológico e Financeiro 3 também celebraram a conquista com a gente. A partir da esquerda: Cleber Voelzke (Microsoft), Gustavo Navarro (Consmega materiais para construção), José Maria Oliveira e Ângela Oliveira (3 Irmãs Cortinas), Sandra Botequin (Itaú), Marcos Faé e Valter Leskauskiene (Planalto Organização Contábil) e Jorge Almeida (Itautec).
A gente sabe que empreendedor vive a mil por hora, sempre com uma meta diferente para atingir, um problema para resolver ou uma inovação para desenvolver. Difícil é ver um empresário que tira férias religiosamente ou pára por uns minutos para comemorar as conquistas. Pois foi justamente isso que nós aqui da redação fizemos hoje: reunimos as três empresas participantes do Extreme Makeover Tecnológico e Financeiro de 2007, mais as três vencedoras do projeto este ano e nossos parceiros patrocinadores das transformações – Banco Itaú, Itautec e Microsoft – para um almoço comemorativo. Celebramos o início da terceira edição do Extreme Makeover e o sucesso do projeto no ano passado. Deste lado do balcão, trabalhamos a cada mês com o objetivo de fazer uma revista melhor para nossos leitores empreendedores. Queremos que cada uma das matérias seja útil, ajude a melhorar a gestão das empresas ou até inspire mais alguém a entrar no mundo dos negócios. E hoje, ao deixarmos a produção das reportagens um pouquinho de lado, foi compensador ouvir dos veteranos do projeto que suas empresas realmente tiveram ganhos importantes após a transformação do ano passado. Um brinde ao sucesso, e que ele se repita em 2008!
Até onde chega a criatividade de alguns empresários. A agência de viagens alemã Ossiurlaub decidiu montar um pacote de viagens bastante inusitado, no qual é possível andar de avião completamente nu. Isso mesmo. Pelado! Os amantes do nudismo poderão viajar da cidade de Erfurt até a ilha Usedom, ambas na Alemanha, desprovidos de qualquer vestimenta. Mas não imagine ver um monte de gente pelada no aeroporto. Não é isso. Os viajantes tiram a roupa apenas quando entram na aeronave e se vestem antes de desembarcar. Ao chegar no destino, os passageiros poderão usufruir de um dia inteiro numa praia de nudismo e no começo da noite pegam o vôo de volta a Erfurt. A inusitada viagem, no entanto, deve seguir algumas regras. Por uma questão básica de higiene é obrigatório sentar-se sobre uma toalha e não diretamente na poltrona. E para segurança dos viajantes a tripulação, que estará devidamente fardada, não servirá bebidas quentes a bordo. A primeira – e por enquanto única - viagem está marcada para o dia 5 de julho, mas se a iniciativa for bem aceita a agência promete dar continuidade à novidade. Por ser um avião pequeno a fazer o trajeto o preço da extravagância é alto: 499 euros por uma hora de vôo. Caso você esteja se perguntando de onde surgiu idéia tão original, o dono da agência responde que a sugestão veio de um cliente, que reclamou da falta de ofertas turísticas para nudistas.
Bons atletas e empreendedores competentes, como se sabe, têm características em comum, como a habilidade para atuar em equipe (no caso dos que praticam esportes coletivos, logicamente) e a humildade para aprender com as derrotas. Mas há um ponto que pode ser considerado um troféu de valor inestimável tanto para o dono de um negócio como para um esportista: a força de vontade para se recuperar de uma queda que surge como um provável fim de carreira. Pior ainda é quando uma tragédia do gênero insiste em assombrar o mesmo personagem, mesmo quando ele já se considera recuperado. Assim aconteceu com o jogador Ronaldo “Fenômeno”. Ele sofreu sua primeira lesão grave no tendão do joelho direito em 1999 e, mesmo com o mundo decretando o fim de sua carreira, não só se recuperou como marcou belos gols na Copa de 2002, na qual o Brasil sagrou-se pentacampeão. No início deste ano, o atacante do Milan sofreu nova lesão em campo. Desta vez no tendão do joelho esquerdo. Seria este o fim do Fenômeno? O médico Gerard Saillant, que operou Ronaldo, garante que provavelmente ainda não será desta vez que o craque deixará os gramados. Mas afirma que a retomada da carreira vai depender de autoconfiança e da perseverança de Ronaldo. Os empreendedores que também já caíram, quebraram mais de uma vez e se refizeram entendem, na prática, que Saillant não está exagerando no otimismo.
Muita gente acha que só porque está no trabalho pode usar e abusar dos recursos da empresa. Aí, liga para um amigo no Japão, troca e-mails do trabalho com os amigos como se fosse uma conversa instantânea e assim vai...É claro que todos sabemos que se usarmos com parcimônia não há porque se preocupar. Mas, o monitoramento de e-mails não é novidade dentro das empresas. Na semana passada, o assunto voltou a ser falado por conta de uma decisão do TRT de Brasília. O Tribunal negou o pedido de uma funcionária que desejava anular a demissão por justa causa. Na sentença o juiz afirmou que o e-mail corporativo é de propriedade da empresa, apenas cedido ao trabalhador para ele executar suas funções. Não é a primeira vez que a Justiça decide a favor dos empregadores, o que demonstra que o e-mail da empresa deve ser usado apenas como uma ferramenta de trabalho. Vale uma conversa com seus funcionários. O ideal é sempre alertar dos possíveis problemas e não simplesmente proibir.
A cada edição da Pequenas Empresas, enfrentamos o desafio de fazer com que a capa da revista transmita o conceito que será tratado na principal reportagem. Sempre converso muito com quem está fazendo a reportagem de capa, pesquiso em diferentes publicações internacionais e também na internet. Nesta edição, de março, que chega nesta quinta-feira (dia 6) às bancas, fizemos duas opções de capas com personagens diferentes citados na matéria “A internet que dá dinheiro”. Você pode conferir as idéias de capa nas fotos acima. Também conversei muito com o fotógrafo Omar Paixão. Como o tema era comércio eletrônico, pensamos em utilizar teclados de computadores pendurados ao redor dos entrevistados, para fazer uma ligação entre os empresários e o tema. Ainda não satisfeita, pensei em colocar algo mais em cena que remetesse aos negócios desses empreendedores. O empresário Ivan Mudri Jr, por exemplo, vende na Art Brazil produtos para esportes de aventura. Daí surgiu a idéia de fotografá-lo com snorkels e pés-de-pato. Já com João Walter Jr, da Fast Eletronic, fizemos fotos com uma câmara digital, um dos produtos que ele vende. O resultado você pode conferir na capa desta edição (a foto maior). Na redação, gostamos muito do resultado. Esperamos que vocês gostem também.
Será que o toque feminino, além de embelezar o escritório, garante também o sucesso de um negócio? Verdade ou não, a tendência crescente de sua entrada nesse mundo empresarial está aí. As 6,3 milhões de mulheres donas do próprio negócio colocam o Brasil na terceira melhor colocação em empreendedoras mulheres. O país só perde para os Estados Unidos e China. Atualmente elas representam 38% dos empresários, segundo o Sebrae. Já no setor de franquias, 73% dos proprietários de franquias afirmam que as mulheres são 45% mais eficientes do que os franqueados homens, aponta estudo da consultoria Rizzo Franchise. Eles acham que o dedo feminino garante ao negócio mais organização. Além disso, essa eficácia pode ser vista no faturamento, em média 30% maior que os de empreendimentos só comandados por homens. A destreza do mulherio não é novidade... mas então porque isto ainda está em pauta? E sim... são inúmeros os exemplos de mulheres que apresentam um trabalho bem feito. Ontem mesmo, era possível encontrar nos jornais que o Supremo Tribunal Federal, tradicionalmente liderado por homens, mas agora regido por uma mulher, adiou novamente a decisão sobre o processo aberto há dois anos que trata das pesquisas sobre células-tronco. Muito embora Ellen Gracie, presidente do STF, tenha exposto sua opinião e vontade de finalizar o caso. OK, ela não é empreendedora, mas chegou a um lugar dominado por homens e tem iniciativa. Talvez isso não seja considerado notícia daqui a algum tempo... pelo menos rende histórias inspiradoras.
Caso um cliente queira entrar em contato com a sua empresa ele consegue facilmente falar com alguém que possa ajudá-lo? Não são apenas grandes companhias que têm de criar mecanismos específicos de atendimento ao consumidor. E se você acha que já resolveu esse assunto porque instalou um sistema automatizado de atendimento, cuidado. As pessoas não querem simplesmente mandar um email para o SAC ou ficar penduradas no telefone ouvindo gravações que pedem para apertar uma nova tecla - e outra e mais outra – até conseguir falar com alguém que possa ajudá-las.
Nos Estados Unidos, começaram a surgir nos últimos anos sites que dão dicas de como driblar esses sistemas – informam quais teclas apertar ou não – para finalmente encontrar um ser vivo do outro lado da linha. Um dos mais conhecidos, o GetHuman, tem um banco de dados com serviços de atendimento ao consumidor de mais de 500 empresas e permite inclusive que o internauta os avalie, dando notas entre uma e cinco estrelas.
Outro site, o Bringo, reduz o tempo que o consumidor é obrigado a ficar esperando com o telefone na orelha até ser atendido por quem possa ouvir suas dúvidas ou reclamações. O cliente seleciona pelo site qual empresa quer contatar e informa o seu próprio número de telefone. O site automaticamente entra em contato com o SAC da empresa e liga de volta para o consumidor quando ele já estiver na lista de espera prestes a falar com um atendente de verdade. Esses sites tornam a vida do cliente bem mais fácil. Os consumidores brasileiros, porém, ainda não têm um serviço desses à sua disposição. Mas o ideal mesmo é que o seu cliente não precise recorrer a eles...
Passei parte do fim de semana na internet à procura de um lugar no Pantanal do Matro Grosso para as férias. A idéia era fazer a reserva numa pousada recomendada por alguns amigos. Recorri ao velho e bom Google, mas nem sinal do lugar. Tentei a sorte no Yahoo e, mais uma vez, nada feito.Nas andanças pela rede, acabei topando com outras opções e desisti da original. O caso está longe de ser único. Só 4% das 50 empresas brasileiras que mais investem em publicidade criam mecanismos eficientes para buscadores da internet, segundo pesquisa da Fox Networks ( ligada à Fox International Channels). Segundo o estudo, divulgado pelo jornal Folha de S. Paulo, as empresas erram a mão na utilização das palavras-chaves do chamado código fonte do site, um dos principais chamarizes dos buscadores. Se esse é o cenário entre os grandes anunciantes, a situação tem de tudo para ser ainda pior entre os pequenos negócios. Talvez seja a hora de ter uma boa conversa com o responsável por seu site para pôr fim ao sumiço virtual.
Aqui na redação, só faltou estourar champanhe. Comemoramos a conquista do primeiro e do segundo lugar no Prêmio Fecomércio-RJ de Jornalismo, entregue ontem na Casa do Comércio, no Rio de Janeiro. Quem levou a melhor foi a repórter de tecnologia Viviane Maia, com a reportagem Tecnologia Já, nossa capa do mês de setembro de 2007. Vivi ficou quase um mês para reunir dicas sobre os melhores equipamentos e softwares para lojas, indústrias, escritórios e até para quem usa o carro como ponto de apoio na hora de atender clientes. O segundo lugar coube à matéria de Katia Simões e Viviane Maia Venda Mais: 52 idéias que vão ajudá-lo a melhorar os resultados e conquistar mais clientes, capa da edição de maio de 2007. Vivi e Kátia embarcaram para o Rio de Janeiro como finalistas, sem saber que tinham vencido. Achavam difícil que uma mesma revista ganhasse os dois prêmios principais. Pois aconteceu e foi merecido, você não acha?
Interatividade é um conceito importante nos dias de hoje. O consumidor quer dar palpite e ser ouvido. E não abre mão de utilizar as ferramentas da web 2.0. Vídeos no YouTube, blog e um site turbinado podem fazer com que a colaboração de seus consumidores aumente cada vez mais. E é uma forma diferente de comunicação que deve e pode ser bem explorada. A empresa americana Go Daddy, especializada em hospedagem de sites, por exemplo, usa e abusa do YouTube para estreitar a comunicação com seus clientes. Além de pedir a opinião dos consumidores sobre os vídeos, ela abre espaço para que os clientes sugiram comerciais que gostariam de ver com a sua marca e ainda dá desconto no preço da hospedagem de sites para quem vê o vídeo no YouTube. No final de todos os filmes, eles colocam uma senha que dá ao cliente cerca de 10% de desconto no preço do serviço. Nada mal. Com isso, eles colocam milhares de internautas na frente da telinha. E, como o mercado de tecnologia é predonimantemente masculino, o pessoal da Go Daddy conta ainda com uma arma poderosa: mulheres bonitonas em todos os vídeos. Acreditem. Tudo isso rende bons frutos para a empresa que conta com mais três milhões de clientes.
Adriana Fonseca, 28 anos, está na Pequenas Empresas desde 2002. Escreve de tudo um pouco - gestão, macroeconomia, oportunidades de negócios, exportação e legislação. Quando não está na redação, gosta de viajar para a praia, ir ao cinema, ouvir música, ler e assistir Lost. Não dispensa uma mesa de bar com os amigos nem brigadeiro. fale com a blogueira
Bruna Borges, 22 anos, trabalha com o mundo dos pequenos negócios desde agosto de 2007, quando começou a estagiar na revista. De Presidente Prudente, no interior de São Paulo, ela se mudou para a capital paulista há três anos, para cursar jornalismo na USP. Divide seu tempo entre a faculdade, o trabalho e as baladas com os amigos para curtir a vida agitada de São Paulo. fale com a bloguiera
Carin Homonnay Petti é editora-assistente da revista desde 2005. Cobre principalmente finanças e gestão. Para variar um pouco, às vezes também escreve reportagens na área de comportamento. Nos fins de semana, faz de tudo para escapar de São Paulo, de preferência rumo a alguma praia com pouca gente e muito mato. fale com a blogueira
Cristiane Monteiro, 40 anos, é editora de arte da revista desde o final dos anos 90. Iniciou sua carreira ainda adolescente, influenciada pelo pai, também editor de arte, seu melhor amigo e sua grande inspiração. Trabalha há mais de 20 anos na Editora Globo, onde já atuou em diversas publicações. Não por obrigação profissional, mas por prazer, gosta de vasculhar novidades do mundo gráfico e da fotografia. Adora música (ama os Beatles), cinema, teatro e artes em geral. fale com a blogueira
Fernanda Tambelini, 27 anos, é repórter da Pequenas Empresas & Grandes Negócios desde 2006. Escreve sobre assuntos relacionados à gestão de pequenos negócios de forma geral, mas tem uma queda especial pelas pautas sobre sustentabilidade e inovações para a preservação do meio ambiente. Fora da redação, tenta colocar a teoria em prática na cafeteria da família, em São Paulo. fale com a blogueira
A editora Katia Simões chegou à revista em dezembro de 1997. Desde então escreve sobre empresas, negócios, varejo, marketing e empreendedorismo, mas também já foi editora de moda, de beleza e de comportamento. Adora ler, bater papo com os amigos e dançar, além de curtir a filha adolescente, a Marina. Paulistana e urbanóide, é tricolor de coração. fale com a blogueira
Marcello Berriel, polivalente como todo empreendedor, está envolvido com artes (gráficas) desde pequeno - quando criança adorava desenhar e na adolescência pintava telas a óleo. Antes de entrar para o mercado editorial, trabalhou por 10 anos com criação publicitária. Desde 2006 busca atrair os olhares dos leitores para as páginas da PEGN. Nas horas vagas curte a esposa, Denise, a filhota Luana e os seus dois bulldogues, Napoleon e Dartagnan. fale com a blogueiro
Marcia Krisman Bertazi trabalha com arte gráfica desde 1979, quando a cola e o estilete - e não o computador, como hoje - eram suas principais ferramentas de trabalho. Desde então, vivenciou inúmeras adaptações não só na forma, mas também na linguagem da profissão. Na PEGN 2002, colabora na paginação e finalização da revista. Gosta de viajar, curtir boa música e tem interesse especial por terapias naturais. fale com a blogueira
Roberta Rossetto é editora-chefe da revista. Filha de empreendedor, trabalhou como executiva de comunicações, marketing e recursos humanos. Acumula mais de dez anos de atuação nas áreas de jornalismo de negócios, franquias e empreendedorismo. Nas horas vagas, gosta de cozinhar comidinhas simples, ler e curtir o filhão Ivo. fale com a blogueira
Silvana Mautone decidiu que seria jornalista quando mal tinha entrado na adolescência - apesar de o pai, um comerciante italiano, ter tentado convencê-la a fazer direito. Editora da revista, já cobriu as áreas de negócios, finanças, gestão, governança corporativa e responsabilidade social. Uma das suas maiores paixões é viajar, de preferência com mochila nas costas, mundão afora. fale com a blogueira
Viviane Maia é repórter da Pequenas Empresas e Grandes Negócios desde 2000, escreve sobre tecnologia e adora desvendar os bits e bytes para os empreendedores. Gosta de sair para bater papo com amigos, curte música e não dispensa uma boa balada de samba e de rock. fale com a blogueira
Wagner Roque, jundiaiense por natureza e paulistano por adoção, é editor-assistente da revista, onde trabalha desde 1996. Especializou-se em matérias sobre oportunidades de negócios, mas gosta de escrever sobre qualquer assunto. Nas horas de folga curte ler, ver filmes, beber com os amigos e dançar - encara qualquer ritmo. fale com a blogueiro