13/03/2008
Segurança alimentar



O fotógrafo Fabiano Accorsi e eu devidamente paramentados para visitar o frigorífico da Macedo Agroindustrial, em Santa Catarina

A segurança dos consumidores de produtos alimentícios é uma das preocupações da Agência Nacional de Vigilância Sanitária, que tem extensa legislação sobre as normas a serem seguidas pelos estabelecimentos do setor. Vira e mexe a imprensa acompanha autuações do órgão em restaurantes, bares, lanchonetes, padarias e até em indústrias e mostra os riscos à saúde de quem consumir os alimentos manipulados sem os devidos cuidados. Pois este mês o fotógrafo Fabiano Accorsi e eu visitamos a avícola Macedo Agroindustrial, na cidade de São José (SC), para uma matéria da edição de março de Pequenas Empresas & Grandes Negócios e tivemos uma boa surpresa. Os cuidados com a higiene de funcionários e visitantes que entram na chamada “área limpa” do frigorífico são grandes: uma roupa higienizada diariamente e que deixa apenas os olhos expostos é entregue para cada pessoa, que deve lavar as mãos com água quente e sabão – além de desinfetá-las com álcool em gel – antes de entrar. Tem até uma espécie de pequeno lava-rápido para as branquíssimas galochas receberem um tratamento antes de pisarem o chão da área limpa! A Macedo é um bom exemplo para empreendedores do setor de alimentos e bebidas. E as cautelas valem a pena: a empresa é uma das líderes em seu mercado de atuação e exporta 50% da produção para 20 países.

Fernanda
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14/03/2008
Experiência para quê?




Existem leis que nascem mais para atrapalhar do que para facilitar. Sancionada pelo presidente Lula esta semana, a lei 11.644/08 proíbe os empresários de exigir experiência de mais de seis meses para qualquer candidato a uma vaga que tenham que preencher. O objetivo da medida é facilitar a entrada dos jovens no mercado de trabalho, mas o texto é tão genérico que não faz qualquer menção sobre isso. Diz apenas que não se pode exigir de um candidato mais de seis meses de experiência. A partir de agora, se você precisar contratar um profissional mais qualificado, para um cargo de gerência ou diretoria, terá que colocar no anúncio de emprego outros requisitos que comprovem a vivência do candidato na área, mas não poderá deixar claro que ele precisa ter, por exemplo, cinco anos de experiência naquela função. A medida vale apenas para contratos CLT (com carteira assinada).


Adriana Fonseca
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17/03/2008
Passeio na favela



Desde que o turismo em favelas surgiu no início dos anos 90 -- acredita-se que foi no Rio de Janeiro, mais exatamente na Rocinha --, a atividade conquistou adeptos em diferentes lugares do planeta, como as "townships" de Johannesburgo e os lixões da cidade do México. Mas essa modalidade de passeio também causa muita polêmica. Os críticos dizem que observar os mais pobres entre os pobres não é turismo. É voyeurismo. Não é bem assim, segundo Harold Goodwin, diretor do Centro Internacional de Responsabilidade no Turismo, de Leeds, na Inglaterra. Ele afirma que o turismo é um dos caminhos pelos quais os mais privilegiados podem entender o que realmente significa pobreza. A questão mais importante, diz Goodwin, não é se os passeios nas favelas devem existir ou não, mas sim como devem ser conduzidos. “Os organizadores limitam as excursões a grupos pequenos que interagem respeitosamente com os moradores da comunidade? Ou fazem o passeio de ônibus, com os turistas tirando fotos pelas janelas como se estivessem num safári?”

Wagner Roque
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18/03/2008


É tudo grátis








Lá vem ele de novo. Depois de fazer muita gente pensar com o livro sobre negócios na era da A Cauda Longa (um best-seller que virou a nossa matéria de capa no mês de outubro de 2006), Chris Anderson, editor-chefe da revista americana Wired, está apostando na forte tendência de oferecer produtos e serviços de graça. Isso mesmo. De graça. Na Wired desse mês, Anderson dá um gostinho da idéia de seu novo livro “Free (Grátis)”, que deve ser lançado no começo de 2009. O jornalista dá exemplos de negócios dos dias de hoje que já trabalham de acordo com os preceitos da economia do gratuito. Ele cita a Gillette, no qual dá o aparelho para vender a lâmina de barbear e as operadoras de celulares, que dão um celular gratuito em troca de um plano de serviços e da fidelidade por um período de tempo. Ele batizou essa categoria como subsídio cruzado. No melhor estilo, uma mão lava a outra.
Agora, há outras categorias. Segundo o jornalista, há um o modelo custo próximo de zero. Por exemplo, a capacidade de processamento, banda de internet e armazenamento cada vez custam menos e a sua empresa pode dar acesso ilimitado de capacidade de armazenamento de e-mail, mas conta um terceiro, provavelmente um anunciante, que pagará a conta. E o seu cliente receberá e-mails marketing e outras promoções desse parceiro. Outra aposta de Anderson é o modelo colaborativo, que está na base da Wikipedia e de todos os blogs do planeta. É uma motivação de ideais, não monetária, mas sim de reputação, atenção e expressão que move essas pessoas a colaborar gratuitamente. No vídeo publicado no site da Wired, ele lista diferentes modelos de negócio nessa nova economia. “Hoje, são cerca de 20 e há provavelmente 2.000”, diz Anderson.
O mais interessante é que o próprio autor do livro está aderindo à economia do “nós não vamos pagar nada”. A Wired está sendo distribuída gratuitamente nos Estados Unidos neste mês, e o livro será de graça em todos os formatos digitais: livro eletrônico, o audiolivro e o livro na web. Haverá uma versão para ser comprada, para quem quiser.

Viviane Maia
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19/03/2008
Escolha a capa da próxima edição de Pequenas Empresas




Convocamos você, leitor de Pequenas Empresas & Grandes Negócios, a nos ajudar na escolha da capa da edição de abril. O tema é inspirador: os seis segredos das empresas que crescem muito. A enquete vai até amanhã, quinta-feira (20/03), às 12h. Divulgaremos a capa vencedora na segunda-feira (24/03). Por isso, vote e deixe sua opinião. A redação de Pequenas Empresas agradece.
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20/03/2008
Votações encerradas

Caros leitores, a votação da escolha da capa está encerrada. Nós, da redação de Pequenas Empresas & Grandes Negócios, agradecemos muito os comentários de vocês. Foi excelente. Valeu a participação de todos. Aguardem a capa campeã na segunda-feira em nosso blog.
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20/03/2008
Vacas ajudam a aquecer castelo no friozinho sueco

Em Wapnö, um castelo da Suécia, vacas contribuem para o aquecimento de 50 cômodos da charmosa construção do século XVIII. É o que informa em reportagem de hoje (20/03) a BBC Brasil. Elas são mais de mil na propriedade, o que gera uma produção de 30 mil litros de leite por dia e ajuda no fornecimento de energia térmica. A idéia é utilizar o calor excedente na hora do resfriamento do leite (método de conservação) e direcioná-lo ao sistema de aquecimento. O sistema funciona mais ou menos como sua geladeira, a parte de trás sempre produz calor, certo? Esse calor é transformado em água quente que é bombeada para as tubulações do sistema. Esse mecanismo poupou ao castelo um gasto anual de mais de R$ 400 mil e a história continua. Há um projeto de construção de um hotel que utilizará o mesmo tipo de sistema de aquecimento, o que lhe garantiria uma economia de cerca de R$ 790 mil. Questionado sobre a aplicação da idéia nas grandes fazendas brasileiras, o gerente técnico do castelo Jan Tornbjörnsson acredita que seus resultados seriam “significativamente maiores”.

Mas essa proposta não é só interessante financeiramente. Uma notícia como esta é inspiradora quando um estudo indica que a responsabilidade ambiental ainda não é grande preocupação para os empresários. A Insead, escola de negócios francesa, afirma em levantamento realizado nos últimos três anos que em cada seis executivos de grandes companhias apenas um deve de fato tentar resolver questões sociais e ambientais. Principalmente se pensarmos num planeta onde 1,2 bilhão de pessoas sofre com a escassez da água e a ONU decreta 2008 é o ano do saneameno e também alerta para o risco de conflitos por causa da água. Sim! Posso descrever diversas ações e perfis preocupantes. Mas até que as vaquinhas também ajudam, hein? Mesmo em sua empresa, é bastante atraente aproveitar a oportunidade de unir economia de dinheiro com a proteção ambiental. Ah... e Feliz Dia Mundial da Água!


Bruna Borges
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20/03/2008
Lição de casa bem-feita



Há um mês a maior rede de franquias de beleza do país, O Boticário, trocou de presidente. Arthur Grynbaum assumiu o comando no lugar do fundador Miguel Krigsner, que passou a presidir o Conselho de Administração do Grupo G&K, que controla a marca. Mas nem os colaboradores de uma das maiores empresas brasileiras, nem o mercado sentiram a diferença. O que é raro em se tratando de sucessão em uma empresa familiar. A preparação para a troca de bastão levou cinco anos e foi feita com um alto grau de profissionalismo. A expectativa era de que uma das herdeiras diretas de O Boticário, filhas de Krigsner, assumisse o poder. Mas não, a cadeira foi transferida ao cunhado, que ingressou na empresa paranaense ainda muito jovem, em 1986. O que se viu no Boticário deve servir de exemplo para as empresas familiares brasileiras. Poucos são os fundadores que têm o desprendimento de passar o comando ainda se sentindo útil e cheio de vitalidade para o trabalho. A maioria estica a permanência o máximo possível, o que muitas vezes acaba comprometendo o desempenho e o crescimento da empresa. Não temos como não anunciar em alto e bom som a atitude de Krigsner, afinal se 10% das empresas familiares rezassem por essa cartilha, a longevidade de seus negócios com certeza seria muito maior.

Katia Simões
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24/03/2008

O resultado do nosso paredão



Os leitores não tiveram dúvidas. Com 83% dos votos, definiram que a empresária Leila Velez, da Beleza Natural, é quem estará na capa da nossa edição do mês de abril (veja acima a imagem escolhida). Sua trajetória é uma das histórias narradas na reportagem "Os 6 segredos das empresas que crescem muito", que chega às bancas na quinta-feira dia 3.
O resultado da nossa enquete vai ao encontro do que revelou a pesquisa Global Entrepreneurship Monitor, divulgada na semana passada (20/03). Pela primeira vez no Brasil, em 2007 o número de mulheres empreendedoras superou o de homens e atingiu 52%. Em 2001, esse índice era de apenas 29%.
A redação da Pequenas Empresas & Grandes Negócios agradece a participação de todos e espera que gostem dessa e das outras matérias publicadas na revista.
Boa leitura!
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25/03/2008

Para sua pesquisa não acabar em pizza
Ontem à noite fui comer uma pizza depois de sair da redação. Na hora de pagar a conta, reparei nos cartões numa caixinha no canto da mesa. Eram questionários para avaliação do restaurante em quesitos como atendimento, qualidade da comida, ambiente e por aí vai. À primeira vista, ponto para o dono da pizzaria.Ele sabe como é importante ouvir a clientela para corrigir eventuais falhas ou mesmo dar novos rumos ao negócio. Com o sistema, ele poderia, por exemplo, ter ficado sabendo que o pão que acompanharia a entrada de coração de alcachofra só chegou quando toda porção já havia descido goela abaixo. Mas não soube. Nem disso nem de nada mais que eu pudesse dizer sobre o negócio. Por dois motivos. O primeiro, admito, foi pura preguiça. Para que perder tempo com pesquisas de opinião se não ganho nada com isso? A segunda razão é menos mesquinha. Eu não me sentiria à vontade de entregar na mão do tão simpático garçom a crítica aos serviços dele. Imagino que meu caso não seja único. Então, fica a pergunta: como incentivar a clientela a responder suas perguntas? Oferecer algum brinde ou cupom para sorteios em troca do formulário preenchido pode ajudar na tarefa. Melhor ainda se os papéis forem depositados numa urna para evitar constrangimento na hora de apontar falhas.
Carin Homonnay Petti
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26/03/2008
Terceiriza aqui, desterceiriza ali





A onda da terceirização não acabou. Na prática, ela tem sempre de ser revista. A rede de franquias 5àSec, por exemplo, que possui 240 lavanderias no país, reduziu em 50% seus custos com a auditoria das unidades desde que optou por terceirizar o serviço, em outubro do ano passado. Até então, ela mantinha uma equipe própria de seis pessoas para fazer exclusivamente esse trabalho de campo - esses profissionais passaram agora a cuidar do treinamento dos franqueados. “Isso nos permitiu cortar despesas significativas com transporte e hospedagem. Como contratamos uma empresa que presta serviço nacionalmente, os custos ficaram muito menores”, diz Nelcindo Nascimento, presidente da 5àSec no Brasil.
Mas, segundo o empresário, a medida não trouxe apenas redução de custos. Ele afirma que, ao contrário do que geralmente se teme quando o assunto é terceirização, a qualidade das avaliações melhorou. “Os nossos funcionários acabavam criando um vínculo quase pessoal com os franqueados, o que na prática prejudicava as avaliações. Agora elas estão mais críticas.” Além disso, pelo novo sistema, as visitas ocorrem sem hora marcada, o que não era feito anteriormente.
Se por um lado a franquia terceirizou a auditoria das lojas, por outro está trazendo para dentro de casa o gerenciamento dos dados dos clientes. A partir de 1º de maio, ele será integralmente controlado pela 5àSec. “Optamos por terceirizar tudo o que for operacional e assumir por conta própria as questões relacionadas às áreas comercial e de estratégia”, diz Nascimento. Para que isso seja possível, a rede está finalizando a implantação de um sistema de CRM (que captura dados sobre hábitos dos consumidores e os consolida). “Teremos mais agilidade para desenvolver, por exemplo, ações promocionais difereciadas de acordo com cada região, seja por bairro ou por Estado.”

Silvana Mautone
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27/03/2008
A que ponto chegamos


Quanto mais eu escuto, mais incrédula fico. Semana passada, depois de enfrentar duas horas de congestionamento e atravessar a cidade, finalmente cheguei à concorrida palestra da ministra do turismo Marta Suplicy. Envergando seu clássico terninho vermelho e se dirigindo à seleta platéia como “companheiros”, ela revelou em números o excelente momento vivido pela indústria do turismo no país. O que me deixou de olhos arregalados, entretanto, não foram as estatísticas do crescimento do poder de consumo das classes C e D, mas, sim, um alerta feito pela ministra. Segundo Marta, com o novo perfil de turista, que deixou de hospedar-se na casa de parentes para desfrutar do ambiente de pousadas e hotéis, o setor precisa urgentemente treinar sua mão-de-obra. Ora, será que o turista de baixa renda não se sentiria feliz em ser bem atendido, com tratamento vip? Se não temos qualificação para receber esse público, o que será dos serviços oferecidos nos resorts 5 estrelas que pipocam pelo Nordeste afora? Cá pra nós, fica difícil acreditar que um setor que está de olho no mais sofisticado turista estrangeiro ainda tenha que treinar a turma de plantão dos hotéis três estrelas!

Katia Simões
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Blogueiros
Adriana Fonseca, 28 anos, está na Pequenas Empresas desde 2002. Escreve de tudo um pouco - gestão, macroeconomia, oportunidades de negócios, exportação e legislação. Quando não está na redação, gosta de viajar para a praia, ir ao cinema, ouvir música, ler e assistir Lost. Não dispensa uma mesa de bar com os amigos nem brigadeiro.
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Bruna Borges, 22 anos, trabalha com o mundo dos pequenos negócios desde agosto de 2007, quando começou a estagiar na revista. De Presidente Prudente, no interior de São Paulo, ela se mudou para a capital paulista há três anos, para cursar jornalismo na USP. Divide seu tempo entre a faculdade, o trabalho e as baladas com os amigos para curtir a vida agitada de São Paulo.
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Carin Homonnay Petti é editora-assistente da revista desde 2005. Cobre principalmente finanças e gestão. Para variar um pouco, às vezes também escreve reportagens na área de comportamento. Nos fins de semana, faz de tudo para escapar de São Paulo, de preferência rumo a alguma praia com pouca gente e muito mato.
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Cristiane Monteiro, 40 anos, é editora de arte da revista desde o final dos anos 90. Iniciou sua carreira ainda adolescente, influenciada pelo pai, também editor de arte, seu melhor amigo e sua grande inspiração. Trabalha há mais de 20 anos na Editora Globo, onde já atuou em diversas publicações. Não por obrigação profissional, mas por prazer, gosta de vasculhar novidades do mundo gráfico e da fotografia. Adora música (ama os Beatles), cinema, teatro e artes em geral.
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Fernanda Tambelini, 27 anos, é repórter da Pequenas Empresas & Grandes Negócios desde 2006. Escreve sobre assuntos relacionados à gestão de pequenos negócios de forma geral, mas tem uma queda especial pelas pautas sobre sustentabilidade e inovações para a preservação do meio ambiente. Fora da redação, tenta colocar a teoria em prática na cafeteria da família, em São Paulo.
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A editora Katia Simões chegou à revista em dezembro de 1997. Desde então escreve sobre empresas, negócios, varejo, marketing e empreendedorismo, mas também já foi editora de moda, de beleza e de comportamento. Adora ler, bater papo com os amigos e dançar, além de curtir a filha adolescente, a Marina. Paulistana e urbanóide, é tricolor de coração.
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Marcello Berriel, polivalente como todo empreendedor, está envolvido com artes (gráficas) desde pequeno - quando criança adorava desenhar e na adolescência pintava telas a óleo. Antes de entrar para o mercado editorial, trabalhou por 10 anos com criação publicitária. Desde 2006 busca atrair os olhares dos leitores para as páginas da PEGN. Nas horas vagas curte a esposa, Denise, a filhota Luana e os seus dois bulldogues, Napoleon e Dartagnan.
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Marcia Krisman Bertazi trabalha com arte gráfica desde 1979, quando a cola e o estilete - e não o computador, como hoje - eram suas principais ferramentas de trabalho. Desde então, vivenciou inúmeras adaptações não só na forma, mas também na linguagem da profissão. Na PEGN 2002, colabora na paginação e finalização da revista. Gosta de viajar, curtir boa música e tem interesse especial por terapias naturais.
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Roberta Rossetto é editora-chefe da revista. Filha de empreendedor, trabalhou como executiva de comunicações, marketing e recursos humanos. Acumula mais de dez anos de atuação nas áreas de jornalismo de negócios, franquias e empreendedorismo. Nas horas vagas, gosta de cozinhar comidinhas simples, ler e curtir o filhão Ivo.
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Silvana Mautone decidiu que seria jornalista quando mal tinha entrado na adolescência - apesar de o pai, um comerciante italiano, ter tentado convencê-la a fazer direito. Editora da revista, já cobriu as áreas de negócios, finanças, gestão, governança corporativa e responsabilidade social. Uma das suas maiores paixões é viajar, de preferência com mochila nas costas, mundão afora.
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Viviane Maia é repórter da Pequenas Empresas e Grandes Negócios desde 2000, escreve sobre tecnologia e adora desvendar os bits e bytes para os empreendedores. Gosta de sair para bater papo com amigos, curte música e não dispensa uma boa balada de samba e de rock.
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Wagner Roque, jundiaiense por natureza e paulistano por adoção, é editor-assistente da revista, onde trabalha desde 1996. Especializou-se em matérias sobre oportunidades de negócios, mas gosta de escrever sobre qualquer assunto. Nas horas de folga curte ler, ver filmes, beber com os amigos e dançar - encara qualquer ritmo.
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