28/03/2008
O que é sustentabilidade afinal?


A China já tem mais de 2,6 milhões de quilômetros quadrados de terras em processo de desertificação, o que representa o dobro das terras cultiváveis do país. Imagens de satélite mostram que o processo de desertificação está aumentando em pelo menos cinco províncias e regiões autônomas chinesas (fonte: BBC)

Passei a manhã de hoje no Instituto Itaú Cultural, em São Paulo. O motivo da visita era participar de um debate – organizado pelo próprio Itaú, em parceria com o Instituto Ethos e com a consultoria britânica SustainAbility – sobre finanças sustentáveis. Depois de quase três horas ouvindo executivos destas instituições e seus convidados contar, orgulhosos, como a sustentabilidade adiciona valor aos negócios e é levada cada vez mais em conta pelos investidores, deixei o evento com a sensação de desamparo. Não bastaram as discussões sobre o aquecimento global ganharem corpo no ano passado e revelarem um caráter de calamidade eminente para a sociedade. No âmbito empresarial, continuamos tratando a questão da sustentabilidade apenas como uma nova oportunidade de negócios – ou até mesmo uma necessidade para não perdermos espaço no mercado. No entanto, ambientalistas e cientistas ligados ao tema já espalham aos quatro ventos a necessidade de mudarmos a forma como entendemos o que é desenvolvimento e progresso para atendermos às urgências sociais e ambientais atuais. Que o simples acúmulo de riquezas financeiras não é o caminho para o equilíbrio do planeta está bem claro. O difícil é encontrar o caminho para mudarmos este paradigma e, para isso, é preciso abrir as discussões neste sentido. Porque sustentabilidade já é uma questão de sobrevivência, no sentido mais literal da palavra.

Fernanda

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31/03/2008
Um dia feliz





A cada dia o mercado de produtos e serviços para animais domésticos me surpreende. Duas semanas atrás levei minha cachorrinha, a Atocha, no veterinário para tomar as vacinas obrigatórias para os filhotes e o doutor me disse que eu poderia oferecer um Happy Day a ela. Explica-se. Na pet shop ao lado da clínica veterinária, você pode deixar seu animal por um dia inteiro para que ele possa brincar com outros cachorros. O preço do serviço: R$ 15 por dez horas de diversão (das 8h às 18h). Fiquei imaginando que poucos animais usufruíam do serviço, afinal, quem pagaria para o cachorro brincar com outros cachorros? Imaginei errado. Na semana passada, quando levei a Atocha para tomar banho na tal pet shop, havia pelo menos quinze cachorros desfrutando do Happy Day. Como se vê, há donos que fazem de tudo pelos seus bichinhos. Não é à toa que o mercado de pets movimenta cerca de R$ 6 bilhões por ano, segundo a Associação Nacional dos Fabricantes de Alimentos para Animais de Estimação.

Adriana Fonseca
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01/04/2008
Orkut Brasil muda nome para Yogurt



Ao acessar a caixa de e-mails, logo pela manhã, vi que um grande amigo tinha deixado um recado no meu Orkut. Corri lá para acessar a página e me deparei com a mudança do nome do site. Sim, a partir de hoje, no alto da página, onde geralmente fica a marca da rede social, aparece escrito Yogurt ao invés de Orkut. Se você não viu e faz parte desse site de relacionamentos, corra lá pra ver. No primeiro momento, confesso que pensei que o site tivesse sido invadido por hackers e eles mudaram o nome como uma forma de mostrar a sua presença. Mas não. Foi uma opção do Google Brasil para facilitar os usuários a falar e divulgar mais o site por aí. Acreditou? Então, te peguei. Hoje é primeiro de abril. A mudança no nome do Orkut faz parte das alterações temáticas que a empresa costuma fazer em suas páginas. No site de busca, por exemplo, a empresa já colocou imagens de bolos para celebrar seu aniversário, pandeiro e mulatas durante os dias de carnaval e recentemente apagou as luzes da página inicial do Google Israel em apoio a uma campanha ambiental. É uma estratégia simples e prática que pode ser replicada no site de sua empresa. Por exemplo, um site de comércio eletrônico pode fazer uma promoção especial para o dia da mentira, dia das mães e qualquer data comemorativa que apareça. E, por que não, brincar com o logo da empresa nesses dias? A mudança do visual do site pode trazer mais audiência para a sua loja virtual. Para fazer isso, nem precisa ser o Google. Com poucos cliques, você consegue se diferenciar no cyberespaço e atrair mais consumidores ou visitantes para seu site. Que tal começar a agir?


Viviane Maia
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02/04/2008
O estranho negócio da infidelidade


Você, que investe tanto esforço no seu trabalho para construir um negócio de sucesso, conseguiria ganhar dinheiro com o empreendimento que vive de enganar pessoas? Tem gente que faz isso. Em matéria publicada na última semana pelo jornal espanhol El Pais, empresários afirmam que gerenciam empresas álibis para os adúlteros não serem descobertos. Os serviços são os mais distintos, desde de softwares que simulam falsos ruídos de escritórios ou aeroportos para celulares que são ouvidos por alguém que te liga, até congressos imaginários (com folhetos e certificados) para justificar a sua saidinha do fim de semana. As empresas não dão nenhuma garantia, caso você encontre alguém comprometedor durante a tramóia. E depois do serviço acabado, os dados dos clientes são destruídos. As ações desses caras são exatamente opostas àquelas que costumam dar segurança aos clientes que você procura fidelizar. Não há como definir um público alvo. Caso você seja pego, deverá pagar da mesma forma. Onde está a ética desses empresários? Ganhar dinheiro a partir da mentira não me parece nada ético. Eles chamam seus negócios de empresas, mas eu acho que seus empreendimentos são muito parecidos com o estelionato. É um exempo a não ser seguido. Se a infidelidade fosse mesmo algo legal, o governador de um importante estado americano não precisaria renunciar, após o seu envolvimento com prostituição ser descoberto.

Bruna Borges
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03/04/2008
Indicadores, sim

Acabei de saber que a Associação Franquia Solidária (AFRAS), braço de responsabilidade social da Associação Brasileira de Franchising (ABF), deve firmar uma parceria com o Instituto Ethos para elaborar indicadores específicos para o setor. O objetivo é desenvolver uma metodologia customizada que permita avaliar o estágio em que as redes se encontram em relação ao tema. A expectativa é que o questionário esteja pronto em outubro e que após seis meses já haja um diagnóstico das empresas que aderirem à idéia -- franqueadores e franqueados participarão do levantamento. Criada em 2005, a AFRAS reúne atualmente cerca de 50 redes, como O Boticário, McDonald's, Yázigi Internexus, Rei do Mate, China House e Flytour.
A iniciativa da AFRAS mostra o amadurecendo da sua visão sobre responsabilidade social e o seu empenho em levar o assunto para além dos projetos que desenvolve junto à comunidade. Ela visa incluir o tema no dia-a-dia da gestão das empresas e fazer com que ele esteja presente na elaboração das suas ações estratégicas. No momento atual, quando tanto se fala em sustentabilidade e responsabilidade social (inclusive muitas bobagens), acho sempre saudável a adoção de indicadores. A meu ver, é uma demonstração de que existe a intenção real de tratar o assunto com a seriedade que ele requer, não como pura ação de marketing. Os indicadores são uma ferramenta para auxiliar as empresas a trilharem esse novo caminho, onde a maioria, independentemente do porte, ainda patina.

Silvana Mautone
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04/04/2008
Festa do pijama



Não é nada do que você está imaginando. Ninguém vai à balada de camisola de vaquinha. Mas também ninguém vai direto para a cama. O encontro é no shopping center e o pijama será o uniforme do time de vendas da rede de lojas Puket por um mês. A idéia é chamar a atenção da clientela, basicamente jovens dispostas a inovar a cada dia. Se a estratégia de marketing funcionará e alavancará as vendas, isso não dá para saber. É certo, porém, que as moças despertarão a curiosidade do povo. Disso ninguém duvida.

Katia Simões
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08/04/2008
Empresário 2.0




Qual é a estratégia que sua empresa usa para conquistar a geração digital? Já pensou em deixar um espaço para seu cliente, aquele aficcionado em internet, palpitar sobre sua empresa? Pois bem, o empresário David Neeleman, proprietário da companhia aérea JetBlue, não só pensou como deixou um espaço aberto para que os internautas decidam o nome da nova empresa de aviação brasileira. No site www.voceescolhe.com.br, o internauta pode sugerir nomes para a nova empresa de Neeleman. Até agora, mais de 47.000 pessoas se cadastraram e sugeriram mais de 65.000 nomes. Além disso, eles podem dar idéias sobre o padrão de serviço de bordo, rotas, destinos e até mesmo o estilo dos uniformes dos profissionais que vão trabalhar na nova empresa. Ao participar, cada internauta estará concorrendo a viagens, sem pagar por toda a vida na nova companhia aérea. Nada mal, não é? E, em troca, quando a nova empresa começar a voar, em janeiro de 2009, o empresário já terá uma base de consumidores para anunciar suas rotas e preços dos destinos. Não é a primeira vez que Neeleman recorre à internet para falar com seus clientes. Em fevereiro do ano passado, ele colocou no YouTube o pronuncionamento que fez para pedir desculpas aos clientes diante da crise operacional durante uma nevasca no aeroporto internacional J. F. Kennedy, em Nova York. Essas ferramentas estão aí e são super fáceis de ser usadas. E o retorno pode ser bem interessante para sua empresa. Mãos à obra e transforme-se num empresário 2.0.


Viviane Maia
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10/04/2008
Para todos verem

As ameaças econômicas, sociais e ambientais trazidas pelo aquecimento global lançaram uma nova moda no mundo corporativo: as neutralizações de carbono. A última novidade é da multinacional norte-americana Fiji Water – que engarrafa água mineral em Fiji, no leste asiático, para vender nos Estados Unidos, Canadá, Inglaterra e Austrália. A empresa criou o site Fiji Green, onde promete divulgar o inventário de emissões de gases do efeito estufa (o mais famoso deles é o dióxido de carbono, CO2) de toda a sua cadeia produtiva: desde a fabricação da matéria-prima para as embalagens, transporte, produção e atividades administrativas. Segundo a Fiji Water, suas emissões atuais chegam a 85.396 toneladas por ano e a idéia é usar as informações do inventário para alocar recursos voltados a diminuir a colaboração da empresa para o aquecimento global.
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A iniciativa da multinacional parece positiva neste primeiro momento, pois fornece para toda a comunidade um indicador de seu impacto ambiental e deve permitir inclusive que os consumidores cobrem a empresa por resultados. A notícia pode significar um primeiro passo contra o marketing vazio de vários projetos de neutralização de carbono:
muita gente continua fazendo tudo como sempre fez e planta algumas árvores para, teoricamente, compensar suas emissões de gases do efeito estufa. Plantar árvores é bom, não há dúvidas. O problema é que ainda não se adotou no Brasil um padrão para contabilizar quantos gases como o CO2 são lançados na atmosfera em cada atividade e, muito menos, quanto cada árvore consegue absorver, de que espécies devem ser e quanto tempo cada planta leva para armazenar a quantidade de gases emitidos. Em suma: não adianta plantar árvore e não diminuir as emissões.
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Se você tem curiosidade em saber quanto o seu negócio – ou o seu produto favorito, no caso dos consumidores – colabora para o aumento da temperatura no planeta, o ideal é utilizar padrões reconhecidos internacionalmente, como o Greenhouse Gas Protocol (do inglês, Protocolo de Gases do Efeito Estufa) – o mesmo utilizado pela Fiji Water para contabilizar suas emissões.


Fernanda
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11/04/2008
Mais uma de Brasília


Na semana passada, conversando com uma advogada para uma reportagem da revista, ela me alertou para um projeto de lei em discussão na Câmara dos Deputados que pode prejudicar as empresas de todos os portes caso seja aprovado. Assim sendo, repasso o alerta a você, leitor. De acordo com o projeto de lei do deputado Daniel Almeida (PCdoB - BA), os trabalhadores que sofrerem algum dano em conseqüência do trabalho que exercem, como LER (Lesão do Esforço Repetitivo) ou DORT (Distúrbios Osteomusculares Relacionados ao Trabalho), por exemplo, terão estabilidade no emprego até a sua aposentadoria, independente de receber auxílio-acidente da Previdência Social. Vejo alguns problemas nesse tema. O trabalhador não adquire esse tipo de lesão de uma hora para outra. São anos fazendo movimentos repetitivos até o problema aparecer. Sendo assim, por que apenas a última empresa em que ele trabalhou terá que arcar com o custo de seu salário (quase) vitalício? Além disso, a Previdência existe justamente para amparar profissionais impedidos de trabalhar. Essa deveria ser uma obrigação do Estado, não? Deixo a pergunta em aberto.


Adriana Fonseca
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Blogueiros
Adriana Fonseca, 28 anos, está na Pequenas Empresas desde 2002. Escreve de tudo um pouco - gestão, macroeconomia, oportunidades de negócios, exportação e legislação. Quando não está na redação, gosta de viajar para a praia, ir ao cinema, ouvir música, ler e assistir Lost. Não dispensa uma mesa de bar com os amigos nem brigadeiro.
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Bruna Borges, 22 anos, trabalha com o mundo dos pequenos negócios desde agosto de 2007, quando começou a estagiar na revista. De Presidente Prudente, no interior de São Paulo, ela se mudou para a capital paulista há três anos, para cursar jornalismo na USP. Divide seu tempo entre a faculdade, o trabalho e as baladas com os amigos para curtir a vida agitada de São Paulo.
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Carin Homonnay Petti é editora-assistente da revista desde 2005. Cobre principalmente finanças e gestão. Para variar um pouco, às vezes também escreve reportagens na área de comportamento. Nos fins de semana, faz de tudo para escapar de São Paulo, de preferência rumo a alguma praia com pouca gente e muito mato.
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Cristiane Monteiro, 40 anos, é editora de arte da revista desde o final dos anos 90. Iniciou sua carreira ainda adolescente, influenciada pelo pai, também editor de arte, seu melhor amigo e sua grande inspiração. Trabalha há mais de 20 anos na Editora Globo, onde já atuou em diversas publicações. Não por obrigação profissional, mas por prazer, gosta de vasculhar novidades do mundo gráfico e da fotografia. Adora música (ama os Beatles), cinema, teatro e artes em geral.
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Fernanda Tambelini, 27 anos, é repórter da Pequenas Empresas & Grandes Negócios desde 2006. Escreve sobre assuntos relacionados à gestão de pequenos negócios de forma geral, mas tem uma queda especial pelas pautas sobre sustentabilidade e inovações para a preservação do meio ambiente. Fora da redação, tenta colocar a teoria em prática na cafeteria da família, em São Paulo.
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A editora Katia Simões chegou à revista em dezembro de 1997. Desde então escreve sobre empresas, negócios, varejo, marketing e empreendedorismo, mas também já foi editora de moda, de beleza e de comportamento. Adora ler, bater papo com os amigos e dançar, além de curtir a filha adolescente, a Marina. Paulistana e urbanóide, é tricolor de coração.
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Marcello Berriel, polivalente como todo empreendedor, está envolvido com artes (gráficas) desde pequeno - quando criança adorava desenhar e na adolescência pintava telas a óleo. Antes de entrar para o mercado editorial, trabalhou por 10 anos com criação publicitária. Desde 2006 busca atrair os olhares dos leitores para as páginas da PEGN. Nas horas vagas curte a esposa, Denise, a filhota Luana e os seus dois bulldogues, Napoleon e Dartagnan.
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Marcia Krisman Bertazi trabalha com arte gráfica desde 1979, quando a cola e o estilete - e não o computador, como hoje - eram suas principais ferramentas de trabalho. Desde então, vivenciou inúmeras adaptações não só na forma, mas também na linguagem da profissão. Na PEGN 2002, colabora na paginação e finalização da revista. Gosta de viajar, curtir boa música e tem interesse especial por terapias naturais.
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Roberta Rossetto é editora-chefe da revista. Filha de empreendedor, trabalhou como executiva de comunicações, marketing e recursos humanos. Acumula mais de dez anos de atuação nas áreas de jornalismo de negócios, franquias e empreendedorismo. Nas horas vagas, gosta de cozinhar comidinhas simples, ler e curtir o filhão Ivo.
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Silvana Mautone decidiu que seria jornalista quando mal tinha entrado na adolescência - apesar de o pai, um comerciante italiano, ter tentado convencê-la a fazer direito. Editora da revista, já cobriu as áreas de negócios, finanças, gestão, governança corporativa e responsabilidade social. Uma das suas maiores paixões é viajar, de preferência com mochila nas costas, mundão afora.
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Viviane Maia é repórter da Pequenas Empresas e Grandes Negócios desde 2000, escreve sobre tecnologia e adora desvendar os bits e bytes para os empreendedores. Gosta de sair para bater papo com amigos, curte música e não dispensa uma boa balada de samba e de rock.
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Wagner Roque, jundiaiense por natureza e paulistano por adoção, é editor-assistente da revista, onde trabalha desde 1996. Especializou-se em matérias sobre oportunidades de negócios, mas gosta de escrever sobre qualquer assunto. Nas horas de folga curte ler, ver filmes, beber com os amigos e dançar - encara qualquer ritmo.
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